sexta-feira, 18 de novembro de 2011

RECICLAGEM

reciclagem    
        Lixo não reciclagem!                                       
                                                by:Raquel Teixeira Da Silva

Meio Ambiente e Cidadania

A tecnologia na defesa do meio ambiente

O avanço da tecnologia é apontado como um dos principais responsáveis pelos grandes males causados à natureza. Não é de se negar que a poluição gerada por veículos e indústrias e a decorrente contaminação das águas e do ar, atingiram, em alguns lugares, índices insuportáveis. E, de fato, esse fenômeno decorre, principalmente, do desenvolvimento tecnológico e do sistema econômico reverenciados por grande parte da humanidade. Vale lembrar que, por trás das máquinas e do sistema, existe sempre a mente humana, que pode utilizá-los como lhe convir, para o bem do próximo e do planeta ou em detrimento dele.
Pessoal do Adote Árvores em ação Por sorte, uma dialética aplica-se a esse caso que, com o advento da ecologia e o despertar da consciência ecológica, encontra sua antítese naqueles que utilizam os frutos desse avanço na luta pela proteção do planeta e dos seres que o habita. Cada vez mais são desenvolvidas tecnologias menos poluentes e mais econômicas, ao mesmo tempo em que os métodos de fiscalização, controle, prevenção, remediação e limpeza de danos ao meio ambiente tornam-se mais eficientes. Outra grande aliada do planeta na era cibernética tem sido a Internet, que dissemina informações e campanhas na mesma velocidade em que se degrada, e a esperança sempre é de que a conscientização acabe por superar a devastação.
Projeto TAMAR: mais de 800 adoções A net tem sido uma ferramenta para que instituições ambientalistas e as idéias e campanhas que promovem atinjam um número crescente de pessoas e de uma maneira mais efetiva. Dener Giovanini, Coordenador Geral da Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (RENCTAS), acredita que o grande beneficiado nesse processo tenha sido o poder de mobilização para as questões globais, capaz de gerar amplas reações, quase que imediatas: “A velocidade e a disponibilidade das informações propiciadas pela Internet reduziu distâncias e rompeu com as amarras geográficas. Através dela, o usuário pode se manifestar e mobilizar em tempo recorde.”
Custa pouco proteger a Natureza! E, de fato, o grau de praticidade na ação ecológica promovida pela rede chegou a tal ponto que é possível plantar uma árvore com apenas um clique do mouse, ou até mesmo adotar virtualmente um animal silvestre ameaçado de extinção, e isso sem qualquer tipo de compromisso financeiro ou de afiliação com a instituição.
É o caso do Clickarvore, um programa de reflorestamento pela Internet com espécies nativas da Mata Atlântica. Promovido pela parceria entre a Fundação SOS Mata Atlântica, o Instituto Ambiental Vidágua e a Editora Abril, o projeto já promoveu o plantio de mais de 2 milhões de mudas desde o seu início, em agosto de 2000. Qualquer um pode cadastrar-se no site do projeto e plantar, com apenas um clique, uma árvore por dia, que será custeada pelas empresas patrocinadoras associadas ao programa, beneficiadas com incentivos fiscais. Ação idêntica é desenvolvida pelo The Rain Forest Site, que ajuda a preservar Florestas Tropicais de todo o mundo.
Outra campanha que promove o plantio de espécies nativas, só que da Floresta Amazônica, é a Adote uma Árvore, desenvolvida pela Fundação Ambiental José Rebelo do Xingu, no Pará. Nesse caso, porém, o adotante paga uma quantia anual por árvore plantada (cerca de 60 dólares), podendo escolher a espécie – através de consulta a dados e fotos pela Internet – e determinar o período da adoção – 1, 3 ou 5 anos. Feita a opção, o adotante efetuará o pagamento através de conta corrente especial, e receberá um certificado. Uma placa com seu nome é afixada à árvore, confirmando sua contribuição para a preservação da natureza.
A fauna brasileira também está sendo beneficiada através de ações promovidas pela rede. Pioneiro em campanhas de proteção de animais silvestres, o Projeto TAMAR dissemina e executa, há 9 anos, uma campanha de adoção de tartarugas marinhas, que encerrou sua mais recente edição no último dia 31 de março, com um saldo de mais de 800 adoções. O papel da net na propagação e êxito dessa campanha, que tem abrangência internacional, é fundamental, pois as pessoas podem participar através da internet, nos sites do TAMAR em português, inglês e espanhol.
Atuando nessa linha de conservação de espécies da nossa fauna encontram-se os projetos Mucky e o Fisgada. O primeiro socorre, recupera, mantém pesquisa e busca a procriação de primatas, visando também reintegrar sagüis à natureza e combater o tráfico de animais silvestres. Esse trabalho, que vem sendo realizando há 10 anos, beneficia, atualmente, mais de 207 sagüis de diversas espécies. Qualquer um pode contribuir “apadrinhando” um sagüi, comprometendo-se a depositar mensalmente qualquer quantia acima de 10 reais para a “manutenção” do animal – que tem um custo mensal de cerca de 65 reais. O site do projeto pode ser visualizado em 5 diferentes idiomas – português, inglês, francês, alemão e japonês – e todo o processo de “apadrinhamento” pode ser feito via net.
O Projeto Fisagada dedica-se ao repovoamento de peixes nos rios e lagos do Brasil, e funciona de maneira semelhante ao Clickarvore: basta entrar no site do projeto e clicar no link Doe um Peixe, que automaticamente um alevino será encaminhado para algum rio, represa ou manancial, dando-se preferência a locais que estão preservados de poluição e onde já se pratica a pesca esportiva com consciência. O intuito é fazer de cada pescador um fiscal das ações de predadores.
Campanhas desse tipo, bastante promissoras em outros países, estão começando a surgir no Brasil, ainda que com dificuldades, decorrentes, principalmente, da relativa precariedade em nosso sistema de informática e de uma certa desconfiança que ainda assombra os doadores virtuais. Segundo Giovanni, da RENCTAS, “essa desconfiança é gerada por grande parte das instituições que são beneficiárias dessas doações e se esquecem de prestar contas ou ignoram o doador após o recebimento dos recursos. Quem doa gosta de ver resultados e com certeza gostaria de ter uma participação mais ativa na vida da instituição.” Mas como, então, evitar esse receio dos doadores? André F. Kishimoto, da Greenpeace Brasil, acredita que esse problema pode ser solucionado com a seguinte fórmula: “Realizar um trabalho eficiente, com bons resultados, e divulgá-los adequadamente é fundamental para conquistar esta credibilidade.”
E é exatamente nesse ponto que aparece a eficácia e também a relevância das campanhas virtuais. Fernanda Couzemenco, Assessora de Comunicação do Projeto TAMAR no Espírito Santo, acredita que “as pessoas enxergam nessas campanhas um resultado bem definido e imediato, o que atende à necessidade que elas têm de sentir-se participando, contribuindo efetivamente com a instituição”. As Instituições Ambientalistas e suas campanhas, aliadas à velocidade, praticidade e aos novos recursos provenientes dos avanços tecnológicos, estão aproximando o “cidadão comum” da causa ambiental, e dando uma contribuição inestimável ao processo de desenvolvimento sustentável, que depende profundamente da participação da sociedade civil para concretizar-se.


Emilly  Cordeiro

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Elas estão derretendo... o que nós temos a ver com isso ?

O derretimento das calotas polares é alvo de grande discussão atualmente, se tornando um assunto polêmico e importante para qual nós devemos nos voltar a pensar, refletir e analisar sobre esse problema.
Por que devemos nos preocupar com isso? Porque são as maiores reservas de água doce do planeta, que podem vir a deixar de existir a partir de alguns anos.
O grande causador desse desastre ecológico é o homem, que em sua ação direta ou indiretamente acaba atingindo o ecossistema mundial como um todo, com suas ações impensadas destruindo com todo o equilíbrio mundial e podendo vir a prejudicar as gerações posteriores.
Como pode-se observar nesse gráfico, a água contida nas geleiras representam grande parte das águas doce do mundo, agravando mais ainda esse problema. O fator principal dessa ocorrência é o aquecimento global causado pelo homem ( vale lembrar que o aquecimento global é um fenômeno natural que garante a existência de vida na Terra, mas nos últimos anos esse fenômeno vem sendo agravado pela ação humana), se essa enorme falta de consciência não acabar, o que vai acabar é a nossa água e consequentemente a nossa vida !
O meio ambiente, comumente chamado apenas de ambiente, envolve todas as coisas vivas e não-vivas ocorrendo na Terra, ou em alguma região dela, que afetam os ecossistemas e a vida dos humanos. È o conjunto de condições, leis, influências e infra-estrutura de ordem física, química e biológica, que permite, abriga e rege a vida em todas as suas formas.

Sanmira Beatriz

Biomas

O planeta Terra apresenta uma grande variedade de biomas


Os biomas (bio = vida; oma = proliferação) são espaços geográficos que apresentam um somatório de ecossistemas vizinhos e semelhantes. O ambiente terrestre é divido em grandes comunidades, apresentando características distintas entre si, e essa classificação dos biomas é baseada em ligações dos aspectos biológicos e físicos (clima, relevo, vegetação) de uma determinada formação. No entanto, os sistemas ambientais utilizam-se da classificação de vegetação para melhor evidenciar as diversas paisagens naturais (biomas). 

Os biomas podem ser divididos em aquáticos e terrestres: 

Biomas aquáticos: oceanos e rios. 

Oceanos: Representam 70% da superfície terrestre, sendo, portanto, o maior ecossistema do planeta. 

Rios: São ecossistemas de fundamental importância para a manutenção da vida terrestre. 

Biomas terrestres: tundra, floresta boreal, floresta temperada, floresta tropical, campos e desertos. 

Tundra: Bioma típico do hemisfério norte, entre as latitudes 60° e 80° Norte. A vegetação é composta por capim e junco. A fauna é representada por renas, roedores, raposas, lebres, insetos, aves, etc. 

Floresta Boreal: Também conhecida como taiga, a floresta boreal é o bioma típico de regiões de clima frio, estando localizada no hemisfério norte, ao sul da tundra. As plantas são coníferas e os principais animais são lobos, ursos, cercos e alces. 

Floresta Temperada: Localizada em regiões de clima temperado, a floresta temperada apresenta as quatro estações do ano bem definidas. Esse bioma está presente na Europa e na América do Norte. Sua vegetação é formada por bordos, carvalhos, faias, entre outros. A fauna é representada por esquilos, javalis, leões, etc. 

Floresta Tropical: Compreende as regiões próximas à linha do Equador. Esse bioma apresenta temperatura e médias pluviométricas elevadas. É o bioma que possui a maior diversidade de espécies. Sua fauna é representada por onças, antas, macacos, várias aves, répteis, entre outros. 

Campos: Os campos são encontrados em regiões tropicais e em regiões temperadas. São caracterizados por grandes formações abertas com predominância de gramíneas e arbustos de pequeno porte. 

Desertos: Estão localizados nas latitudes 30° Sul e 30° Norte. São regiões hiperáridas, áridas e semiáridas, e apresentam índices pluviométricos baixíssimos. A paisagem vegetal está ausente na maior parte desse bioma, exceto nas áreas de oásis.


A indústria e o meio ambiente

As indústrias brasileiras estão conscientes da necessidade de adotarem práticas de gestão ambiental e pretendem ampliar seus investimentos destinados à proteção do meio ambiente. Não obstante, a grande maioria das empresas vem enfrentando dificuldades na relação com os órgãos ambientais face à necessidade de se cumprir exigências ambientais por vezes inadequadas sob o ponto de vista da aplicabilidade técnica e dos aspectos de sustentabilidade econômica.
Das questões abordadas nesta Sondagem Especial, voltadas para aferir o processo de licenciamento ambiental e a relação empresa e órgãos público da gestão ambiental, destacam-se: os problemas relativos aos prazos para análise e deliberação das licenças, os custos elevados de todo o processo e o grande número de requisitos solicitados. Adicionalmente, a Sondagem investiga o comportamento da empresa frente aos procedimentos da autogestão ambiental e os investimentos em proteção do meio ambiente realizados em 2003 e previstos para 2004.

Licenciamento Ambiental
A grande maioria das empresas consultadas que já requisitaram licenciamento ambiental (74,5% das grandes e 71,3% das pequenas e médias) enfrentou alguma dificuldade para obtê-lo. Confrontadas com uma lista de seis opções, os problemas mais assinalados foram a demora na análise nos pedidos de licença e os custos dos investimentos necessários para atender às exigências requeridas pelo órgão ambiental responsável. Esses problemas foram selecionados, respectivamente, por 45% e 43,5% das empresas. As dificuldades apontadas já haviam sido detectadas em pesquisa anterior realizada pela CNI, em 1998, na qual esses problemas também foram os mais assinalados pelas empresas.
Nesta Sondagem, a Região Sudeste apresentou o maior percentual de indústrias que declararam ter tido problemas no processo de licenciamento (78,3%), o que pode se justificar pela existência de órgãos públicos de gestão ambiental mais bem estruturados e atuantes. Já as indústrias da Região Centro-Oeste foram as que menos relataram dificuldades, embora o percentual continue elevado (63,6%).
A Sondagem mostra que os setores industriais que mais registraram dificuldades em obter o licenciamento ambiental são: Borracha (88,2%), Papel e Papelão (81,5%) e Minerais Não-Metálicos (78,4%). A indústria de produtos farmacêuticos apresentou o menor percentual de empresas que identificaram obstáculos (44,4%), o que pode ser justificado pelo fato desse segmento já ter, em 1998, um percentual elevado de empresas com sistema de gestão ambiental implementado, como identificado na sondagem anterior.
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O percentual de empresas consultadas que "nunca precisou requerer uma licença ambiental" não é desprezível: 16% do total da amostra. Tal resultado pode ser explicado pelo fato de que apenas os empreendimentos considerados efetivo ou potencialmente poluidores são obrigados a requerer o licenciamento ambiental.
O maior percentual de empresas que já requisitaram licenças ambientais (91,4%) encontra-se na Região Norte, enquanto a Região Sudeste apresenta o menor (78,2%). Entre os elementos que podem explicar esta diferença, vale ressaltar o fato de que no Sudeste já foram implementados ou estão em implementação marcos regulatórios específicos que simplificam e modernizam os procedimentos de obtenção da licença ambiental.

Relação das Empresas com os Órgãos Ambientais
Entre as empresas de grande porte, 62,4% responderam ter enfrentado problemas com os órgãos ambientais. No caso das pequenas e médias empresas, esse percentual foi um pouco menor: 58,9%. Os requisitos exagerados de regulamentação ambiental e o alto custo para o seu cumprimento foram apontados como os principais causadores dos problemas. O terceiro item de desgaste identificado foi a complexidade da regulamentação ambiental.
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A região geográfica do país que registrou a maior proporção de indústrias com dificuldade na relação junto aos órgãos ambientais foi a Norte, com um percentual de 66,7%. No outro extremo, tem-se a Região Nordeste cujo percentual foi de 52,8%. Tais resultados devem-se, provavelmente, às características das principais atividades industriais desenvolvidas na região, bem como as estruturas dos órgãos ambientais ali existentes e a qualidade da implementação dos marcos regulatórios.
Os setores de Madeira (72,2%), Química (70,3%) e Minerais Não-Metálicos (70,1%) foram os que apresentaram maior incidência de empresas que enfrentaram problemas na relação com os órgãos ambientais. O setor Farmacêutico, novamente, aparece identificado como aquele que apresentou o menor número de empresas com esta dificuldade (33,3%).

Gestão Ambiental
A Sondagem sinaliza que a questão ambiental está cada vez mais integrada ao planejamento das empresas. Cerca de 80% das empresas pesquisadas realizaram procedimentos gerenciais associados à gestão ambiental, sendo que as indústrias de grande porte adotaram tais medidas em proporção maior do que as de pequeno e médio porte (87,7% e 72,2%, respectivamente).
Observando-se a atuação das empresas por região geográfica, percebe-se que as localizadas na Região Norte são aquelas que mais adotaram procedimentos gerenciais de gestão ambiental (83,8%). As empresas da Região Centro-Oeste apresentaram o menor percentual de empreendimentos que adotam tais procedimentos (71,4%). Isso confirma o quadro identificado na Sondagem de 1998, que já apontava para o fato de que essas iniciativas poderiam estar relacionadas às características setoriais e de porte das indústrias predominantes na região.
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Os setores de Bebidas (91,7%), Farmacêutico (85,7%), Química (84,7%), Produtos Alimentares (84,2%), Minerais Não-Metálicos (82,5%), Madeira (82,1%) e Material de Transporte (81%) destacaram-se como os que mais implementaram medidas gerenciais associadas à gestão ambiental. O setor de Vestuário e Calçados foi o que apresentou o menor índice de atuação relacionada à gestão ambiental (58,8%).
Indagadas sobre as principais razões para a adoção destes procedimentos, por meio de um conjunto de 12 opções, as empresas elegeram a necessidade de atender aos regulamentos ambientais, a busca de conformidade perante à política social da empresa e as exigências requeridas para o licenciamento ambiental como fatores mais importantes do que as motivações associadas à redução de custos. Destaca-se que a segunda razão mais assinalada - conformidade à política social da empresa - confere maior possibilidade de continuidade da ação ambiental.
Pode-se sugerir, a partir da Sondagem, que as indústrias estão procurando minimizar, por meio da gestão ambiental estratégica, os eventuais conflitos advindos do processo de licenciamento ambiental e as dificuldades encontradas nas relações administrativas com os órgãos ambientais.

Investimentos em Proteção Ambiental
Em relação aos investimentos realizados pelas empresas com o objetivo de proteger o meio ambiente, a sondagem revelou que, em média, 73% das indústrias destinaram recursos para esta finalidade em 2003. No ano corrente, o mesmo percentual de empresas pretende investir nesta área. Esse dado reafirma o fato de que o empresariado nacional está efetivamente compromissado com a proteção ambiental.
Analisando os investimentos desagregados por região, verifica-se que, em 2003, a Região Norte foi a que registrou o maior percentual de empresas que investiram em proteção ambiental (79,2%). O número significativo de indústria do setor de Madeira na Região Norte - atividade que apresenta substanciais possibilidades de impacto ambiental - justifica a maior preocupação das empresas da região em investir na proteção do meio ambiente. O previsto para 2004 é que a Região Norte permaneça como a que localiza o maior número relativo de empresas que investem em proteção ambiental (82,5%) e a Região Centro-Oeste passe a ser aquela que concentra o menor número relativo (62,7%).
As empresas de vestuário e calçados foram as que menos investiram em proteção ambiental no ano passado (apenas 40% das empresas), enquanto o setor de bebidas foi o que apresentou o maior número relativo de empresas que investiram nesta área (94,7%). Em 2004, a expectativa é de que aquele setor permaneça como o que possui menos empresas que investem em proteção ambiental (apenas 40,5%), e de que o setor de madeira passe a apresentar o maior número relativo de empresas investindo nesta área (80,7%).
Em 2003, das empresas que investiram em proteção ambiental, 58,5% destinaram até 2% dos seus investimentos totais para esta finalidade, enquanto 8,5% investiram mais de 10% dos seus investimentos totais em proteção do meio ambiente. Para 2004, porém, apesar da expectativa quanto ao número relativo de empresas que investirão em proteção ambiental ser praticamente igual ao observado em 2003, espera-se que o percentual relativo aos investimentos totais das empresas destinado para esta finalidade seja um pouco maior.
A expectativa é de que, neste ano, o percentual de empresas que destinam até 2% dos investimentos para proteção ambiental caia para 54,5%. Já o percentual de empresas que destinam mais de 10% para esta iniciativa deve subir para 10,6%. Estes fatores são mais uma demonstração da crescente importância dada pelas indústrias à prática do desenvolvimento sustentável.
As indústrias de produtos farmacêuticos, papel e papelão e a de couros e peles, no item investimento, destacam-se em 2003, confirmando tendência apontada na Sondagem de 1998. Estes setores tiveram 23,5%, 19% e 15,4%, respectivamente, das empresas que investiram em proteção ambiental, destinando mais de 10% dos seus investimentos totais para tal finalidade. Em 2004, o previsto é que os setores Papel e Papelão, Química e Couros e Peles destaquem-se com, respectivamente, 27,3%, 20,4% e 20% das suas empresas que investirão em proteção ambiental, direcionando mais de 10% dos seus investimentos totais a este objetivo.
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Considerações Finais
Os principais resultados obtidos mostram que o setor industrial vem enfrentando problemas nas relações com os órgãos ambientais e dificuldades para obter o licenciamento ambiental. Esses resultados confirmam as tendências e comportamentos, já verificados em pesquisas anteriores realizadas pela CNI.
Mais especificamente quanto ao processo de licenciamento ambiental, a principal dificuldade identificada pelas empresas pesquisadas é a demora na análise dos pedidos e, conseqüentemente, na emissão da licença. Isso reflete a existência de procedimentos relativamente burocráticos, não sistêmicos e desarticulados para a obtenção da licença. No que diz respeito à relação entre as indústrias e os órgãos ambientais, os requisitos da regulamentação ambiental, por vezes inadequados e até excessivos, foram identificados como os maiores causadores de desgaste.
Nesse contexto, pode-se identificar algumas iniciativas visando ao equacionamento das questões aqui observadas: (i) melhor definição quanto às competências dos órgãos que compõem o Sistema Nacional do Meio Ambiente - SISNAMA; (ii) simplificação do processo de licenciamento ambiental; (iii) implementação de uma política de informação/informatização dos órgãos ambientais, com vistas à maior transparência, automação e sistematização, sobretudo quanto aos processos de licenciamento; e (iv) padronização das decisões.
Concluindo, a análise desta Sondagem Especial permite inferir que ainda há muito a se fazer e avançar tanto na iniciativa pública como privada. As respostas às questões aqui apontadas, passam pela busca de maior agilidade, qualidade e eficiência do SISNAMA, sem comprometer o desenvolvimento econômico e social brasileiro.

Animais em extinção

Introdução 
Com a redução das florestas e o tráfico de animais silvestres, muitas espécies de animais estão entrando em extinção. Governos de diversos países e sociedades protetoras de animais tem investido recursos para evitar tal violência contra os animais.
Pesquisas e causas da extinção de espécies animais 
As últimas pesquisas apontam que milhares de espécies animais foram extintas nos últimos cem anos. Muitas destas espécies jamais serão conhecidas por gerações futuras. Sabemos que, muitas delas, poderiam revelar ao homem informações importantes sobre o meio ambiente e até mesmo a cura para determinados tipos de doenças. 
Os cientistas não conseguem calcular com exatidão o número de espécie de seres vivos que habitam o nosso planeta. A diversidade biológica é muito grande, porém estima-se que haja em torno de 10 a 15 milhões de espécies da fauna, flora e microorganismos. Deste total, de 5 a 8 milhões seriam insetos, 400 mil seriam plantas, 60 mil de animais vertebrados, 5 mil mamíferos e 10 mil aves.
O relatório Planeta Vivo, elaborado pela WWF (Fundo Mundial para a Natureza), aponta uma queda significativa na quantidade de espécies entre 1970 a 1995. Este estudo monitorou diversas espécies e chegou a triste conclusão de que 35% dos animais de água doce foram extintos neste período. Com relação aos animais marinhos, a perda foi maior, pois atingiu a ordem de 44%.
Um outro relatório importante, fruto de pesquisas, também apontou dados preocupantes. A União para a Conservação da Natureza ( UICN ) mostrou que um quarto das espécies conhecidas pelo homem estão ameaçadas de extinção. Entre estes animais, podemos destacar: o panda gigante da China, o elefante africano, o cervo-da-tailândia, o cavalo selvagem da Europa Central, o bisão da França, a baleia-azul, o leopardo, o lobo-vermelho, o orangotango, entre outros.
Entre as espécies vegetais, podem desaparecer do planeta as orquídeas de Chiapas, no México, e as bromélias da América e da África
No Brasil a situação não é diferente. O tráfico de animais silvestres, as queimadas e as agressões aos ecossistemas colocaram vários animais brasileiros na triste lista dos animais em extinção. São alguns exemplos: ararinha, arara-azul, Cachorro-vinagre, Cervo-do-Pantanal, jaguatirica, lobo-guará, mono-carvoeiro, mico-leão-douradoonça-pintada, tamanduá-bandeira, tatú-canastra, veado-campeiro, entre outros.
 Elefante Africano: animal em extinção  
No ano 2000, a revista Nature divulgou a existência de 25 locais da biodiversidade mundial que devem receber uma atenção urgente por parte das autoridades, pois são regiões que concentram um maior número de animais em vias de extinção. Entre estas regiões, a revista destacou: as florestas africanas, Cordilheira dos Andes, Mata Atlântica e Cerrado Brasileiro.
Conclusão : 
Infelizmente o homem tem demonstrado uma dificuldade grande em viver em harmonia com a natureza. As espécies animais e vegetais sempre foram vítimas da violência e degradação proporcionadas pelo ser humano. A ganância e o desrespeito do ser humano sempre foram constantes na relação entre homem e natureza. Temos muito a aprender com os indígenas neste aspecto. Eles sempre souberam respeitar a natureza, pois sabem que sua existência depende diretamente do meio ambiente. Pena que o homem branco "civilizado" também tem ameaçado de extinção dos indígenas.

Pessoal, essa charge é para vocês se conscientizarem sobre o que estamos fazendo com as nossas florestas isso não afeta só a elas e como um efeito dominó, um dia volta pra gente tambem. E isso ja esta acontecendo. Vamos nos conscientizar e preservar o que ainda nos resta.

Consumismo x Meio Ambiente



O consumismo é outra característica da sociedade contemporânea que produz impactos preocupantes sobre o ambiente natural e construído. A sociedade capitalista industrial criou o mito do consumo como sinônimo de bem-estar e meta prioritária do processo civilizatório. A capacidade aquisitiva vai, gradualmente, se transformando em medida para valorizar os indivíduos e fonte de prestígio social. A ânsia de adquirir e acumular bens deixa de ser um meio para a realização da vida, tornando-se um fim em si mesmo, o símbolo da felicidade capitalista (Buarque, 1990; Gorz, 1968; Fromm, 1979). 

Para a lógica capitalista de produção o principal objetivo é atender ao consumidor e estimular necessidades artificiais que promovam uma maior rotatividade e acumulação do capital investido. Naturalmente, nesta lógica as categorias de consumidor e indivíduo/cidadão são diferentes. Consumidor é toda pessoa dotada de poder aquisitivo, capaz de comprar mercadorias. O mercado e as mercadorias não são destinados a satisfazer toda e qualquer necessidade das pessoas, mas sim dos consumidores. 

É por esse motivo que assistimos, freqüentemente, por exemplo, o Brasil investir na exportação de soja para alimentar o rebanho animal europeu, enquanto grandes contingentes da população brasileira não tem feijão para comer e os produtos alimentares básicos - conhecidas como culturas de pobre, como mandioca e feijão - não são atendidos com investimentos de pesquisa. 

Assistimos, também, diariamente, ao crescimento simultâneo do mercado de rações animais e do número de menores abandonados nas ruas. Isto porque o mercado no capitalismo é um eficiente instrumento para alocar recursos, para indicar os caminhos da maior rentabilidade econômica, mas não foi programado para perceber e responder a necessidades e problemas sociais. 

A natureza intrínseca do capitalismo exige, para sua sobrevivência, acumulação e investimentos crescentes, o que inevitavelmente aponta para a estimulação do sistema de produção/consumo. O sistema de produção que satisfaz as necessidades dos consumidores é o mesmo que as cria; seja por processos de competição entre consumidores, pelo estímulo do sistema de valores e prestígio social, seja através da publicidade e marketing. Observa-se, assim, que a teoria econômica, historicamente, defendeu o crescimento do sistema de produção/ consumo de forma completamente desvinculada de considerações éticas entre meios e fins. Os economistas, grosso modo, se atinham à satisfação dos consumidores sem se perguntar pela relevância, justiça, legitimidade ou pela racionalidade das necessidades atendidas (Galbraith, 1987; Buarque, 1990). 

São, portanto, evidentes as conseqüências do consumismo sobre o meio ambiente e sobre a qualidade da vida social. Tal tendência conduz, por um lado, ao desperdício no uso de recursos naturais e energéticos e, por outro, agrava os problemas de geração e processamento de lixo. 

Do ponto de vista cultural e econômico, aprofunda os processos de alienação e exploração do trabalho e cria irracionalidades como a industria bélica, a proliferação de supérfluos e a obsolescência planejada. Representa, enfim, um tipo de comportamento e de ideologia que alimenta o processo de degradação, tanto das relações sociais em si quanto das relações entre sociedade e natureza.

Acontecimentos atuais naturais

Tsunami
I- O inicio.
Um tsunami é uma onda ou uma série delas que ocorrem após perturbações abruptas que deslocam verticalmente a coluna de água, como, por exemplo, um sismo, actividade vulcânica, abrupto deslocamento de terras ou gelo ou devido ao impacto de um meteorito dentro ou perto do mar. Há quem identifique o termo com "maremoto" — contudo, maremoto refere-se a um sismo no fundo do mar, semelhante a um sismo em terra firme e que pode, de facto originar um(a) tsunami.

A energia de um tsunami é função de sua amplitude e velocidade. Assim, à medida que a onda se aproxima de terra, a sua amplitude (a altura da onda) aumenta à medida que a sua velocidade diminui. Os tsunami podem caracterizar-se por ondas de trinta metros de altura, causando grande destruição. 

II- A onda.
As vibrações formam ondas gigantescas de até 160 Km de comprimento,e a velocidade pode chegar a 800 Km / h. Em grandes profundidades elas se tornam quase imperceptíveis para quem está na superfície.

III- Os efeitos.
Quando as ondas se aproximam da costa, perdem velocidade mas ganham altura, por conta da diminuição da profundidade.

Elas desabam sobre a faixa litorânea, recuam e, com força ainda maior, invadem novamente a costa destruindo tudo o que encontram pela frente.

IV- Causas.
Um tsunami pode ser gerado por qualquer distúrbio que desloque uma massa grande de água, tal como um sismo (movimento no interior da terra), um deslocamento da terra, uma explosão vulcânica ou um impacto de meteoro. Os tsunamis podem ser gerados sempre que o fundo do mar sofre uma deformação súbita, deslocando verticalmente a massa de água. Os sismos tectônicos são um tipo particular de sismo que origina uma deformação da crosta; sempre que os sismos ocorrem em regiões submarinas, a massa de água localizada sobre a zona deformada vai ser afastada da sua posição de equilíbrio. As ondas são o resultado da ação da gravidade sobre a perturbação da massa de água. Os movimentos verticais da crosta são muito importantes nas fronteiras entre as placas litosféricas. Por exemplo, à volta do Oceano Pacífico existem vários locais onde placas oceânicas mais densas deslizam sob as placas continentais menos densas, num processo que se designa por subducção. Estas zonas originam facilmente tsunamis.

Deslizamentos de terra subaquáticos, que acompanham muitas vezes os grandes tremores de terra, bem como o colapso de edifícios vulcânicos podem, também, perturbar a coluna de água, quando grandes volumes de sedimentos e rocha se deslocam e se redistribuem no fundo do mar. Uma explosão vulcânica submarina violenta pode, do mesmo modo, levantar a coluna de água e gerar um tsunami. Grandes deslizamentos de terra e impactos de corpos cósmicos podem perturbar o equilíbrio do oceano, com transferência de momento. destes para o mar. Os tsunamis gerados por estes mecanismos dissipam-se mais rapidamente que os anteriores, podendo afetar de forma menos significativa a costa distante e assim acontece o tsunami.



Terremotos
I-O inicio.
Terremoto ou sismo são tremores bruscos e passageiros que acontecem na superfície da Terra causados por choques subterrâneos de placas rochosas da crosta terrestre a 300m abaixo do solo. Outros motivos considerados são deslocamentos de gases (principalmente metano) e atividades vulcânicas. Existem dois tipos de sismos: Os de origem natural e os induzidos. 

As maiorias dos sismos são de origem natural da Terra, chamados de sismos tectônicos. A força das placas tectônicas desliza sobre a atmosfera podendo afastar-se, colidir ou deslizar-se uma pela outra. Com essas forças as rochas vão se alterando até seu ponto de elasticidade, após isso as rochas começam a se romper e libera uma energia acumulada durante o processo de elasticidade. A energia é liberada através de ondas sísmicas pela superfície e interior da Terra. 

II- As placas.
A superfície da terra é formada por 15 placas tectônicas, blocos de rocha sólida, com cerca de 100Km de espessura. Esses blocos "boiam" sobre um oceano de magma - material viscoso e incandescente de que é formado a maior parte do planeta.

III- O contato.
As placas tectônicas estão em constante movimento, por causa do calor do magma. Os tremores surgem do encontro entre dois blocos.

IV- O tremor.
Quando eles se chocam ocorrem fortes vibrações que se espalham rapidamente.

V- Os efeitos.
As vibrações podem causar leves tremores no solo ou devastar cidades inteiras. Todo ano, acontecem 50.000 terremotos no planeta, dos quais 100 são fortes.


As conseqüências de um terremoto são: 
• Vibração do solo, 
• Abertura de falhas, 
• Deslizamento de terra, 
• Tsunamis, 
• Mudanças na rotação da Terra. 



Ciclone
I- O inicio.
Um ciclone (ou depressão ou centro de baixas pressões) é uma região em que o ar relativamente quente se eleva e favorece a formação de nuvens e precipitação. Por isso, tempo nublado, chuva e vento forte estão normalmente associados a centros de baixas pressões. A instabilidade do ar produz um grande desenvolvimento vertical de nuvens cumuliformes associadas a cargas de água. 

Os ciclones são fáceis de reconhecer num mapa de observações à superfície pelos ventos que tendem a fluir para ele com uma rotação «em espiral» e nas imagens de satélite pela configuração em forma de vírgula de bandas de nuvens.

II- Os efeitos 
I. Os ciclones tropicais são geralmente os impactos que ciclones tropicais provocam nas áreas por onde percorrem. Os principais impactos destrutivos incluem chuva pesada, fortes ventos,[1]grandes marés ciclônicas no momento do landfall e até mesmo tornados. O poder destrutivo de um ciclone tropical depende principalmente de sua intensidade e de seu tamanho. Os ciclones tropicais agem na cobertura florestal, assim como também mudam a paisagem, por mover e remolar dunas de areias e causando erosão extensiva ao longo da costa. Mesmo quando está sobre terra, pesadas chuvas podem levar a enxurradas de lama e deslizamentos de terra em áreas montanhosas. Seus impactos podem ser sentidos durante um intervalo de tempo por medir a quantidade de Oxigênio 18 dentro de cavernas perto da costa. 

II- Os ciclones extratropicais podem trazer tempo moderadamente severo, com chuvas leves eventos de superfície entre 15 e 30 km/h, ou podem ser frios e perigosos, com chuvas torrenciais e ventos que excedem 119 km/h. A banda de precipitação, que está associada com a frente quente do sistema, é frequentemente extensa. Em ciclones extratropicais maduros, a área conhecida como a "cabeça de vírgula", localizada na periferia noroeste da área de baixa pressão de superfície, pode vir a ser uma região com forte precipitação, com frequentes tempestades ou tempestades de neve. Os ciclones tendem a seguir ao longo de uma trajetória previsível a um nível moderado de progresso. Durante o outono, o inverno e a primavera, a atmosfera sobre os continentes pode ser suficientemente fria através de toda a troposfera para causar a queda de neve. 



Chuvas Intensas
I- O inicio.
O dimensionamento de drenos, vertedores de barragens e obras de proteção contra cheias e erosão hídrica, requer o estudo das precipitações intensas ocorridas no local de interesse, para a definição da chuva de projeto a partir da qual é definida a vazão a ser utilizada. Esta exigência geralmente é atendida a partir de informações pontuais, ou seja, são utilizadas equações do tipo intensidade-duração-frequência (equações de chuvas intensas) derivadas de pluviógrafos específicos.

Uma dificuldade frequentemente enfrentada pelos técnicos é a inexistência dessa equação na localidade onde vai ser realizado o projeto, cujo tipo de problema pode ser contornado utilizando- se a equação do pluviógrafo mais próximo, quando situado em região climática similar, ou interpolando resultados obtidos nas proximidades do local de interesse (Bel trame etc al., 1991).

A determinação das equações de chuvas intensas apresenta, em muitos casos, grandes dificuldades em função da escassez de informações dessa natureza, da baixa densidade da rede de pluviógrafos e do pequeno período de observações disponível. Além disso a metodologia exige para sua obtenção, um exaustivo trabalho de tabulação, análise e interpretação de uma grande quantidade de pluviogramas. Por esta razão, ainda hoje poucos trabalhos têm sido desenvolvidos com tal finalidade, constituindo grande entrave na realização de projetos de obras hidráulicas mais confiáveis e econômicos (Pruski et al., 2002). O Brasil dispõe de um número considerável de equações
de chuvas intensas determinadas para diversas localidades dos Estados da Bahia, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo.

O Meio Ambiente e a Sustentabilidade

Na vigésima nona conferência da F.A.O (órgão das Nações Unidas para a agricultura e alimentação), levantou-se a importância do fato de que o desenvolvimento tecnológico e de práticas de plantio e criação animal para as zonas rurais ao redor do mundo; devem, antes de tudo, terem a preocupação primordial com a sustentabilidade do meio ambiente.

Estabelecer parâmetros, normas e procedimentos para que os agricultores e qualquer outra empresa que se dedique a esse tipo de atividade tenha a consciência de que o uso sustentável dos recursos naturais disponíveis no ambiente em que atuam, tem de ser encarado como a única forma de progresso possível. E por razões muito simples. Os problemas advindos da exploração indiscriminada dos recursos naturais e das práticas predatórias em determinadas culturas; pode em muito pouco tempo, inviabilizar o uso de terras e a extração desses recursos naturais.

As conseqüências disso para o planeta seriam previsíveis e dramáticas: Fome, guerras, devastações e o genocídio de populações inteiras. A sustentabilidade do meio ambiente deve sempre ser a meta buscada por qualquer indivíduo ou grupo que necessite de recursos naturais para sobreviver. E isso é um fato que não admite contestação.

Garantir a sustentabilidade do meio ambiente é garantir, antes de qualquer coisa, que a fome, a pobreza e a miséria estarão afastadas definitivamente e, com isso, terminará a dura realidade que força as pessoas a praticar a exploração predatória dos recursos disponíveis em determinadas áreas. Pois só com uma situação de vida regular, os habitantes de uma determinada região poderão tornar-se permeáveis as “novas idéias”.

Cientistas, pesquisadores amadores e membros de organizações não governamentais se unem, ao redor do planeta, para discutir e levantar sugestões que possam trazer a solução definitiva ou, pelo menos, encontrar um ponto de equilíbrio que desacelere a destruição que experimentamos nos dias atuais. A conclusão, praticamente unânime, é de que políticas que visem a conservação do meio ambiente e a sustentabilidade de projetos econômicos de qualquer natureza deve sempre ser a idéia principal e a meta a ser alcançada para qualquer governante.

Estimular o plantio de árvores, a reciclagem de lixo, a coleta seletiva, o aproveitamento de partes normalmente descartadas dos alimentos como cascas, folhas e talos; assim como o desenvolvimento de cursos, palestras e estudos que informem e orientem todos os cidadãos para a importância da participação e do engajamento nesses projetos e nessas soluções simples para fomentar a sustentabilidade e a conservação do meio ambiente.